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GUARAPUAVA: Pérola do Oeste ameaça encerrar atividades de transporte coletivo na cidade

A Pérola do Oeste pontua que prioriza o pagamento de seus funcionários que, inclusive, tiveram a carga horária reduzida, com consequente diminuição de seus salários. Mesmo com essas medidas, 40 trabalhadores devem ser demitidos.

15/04/2021

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A Pérola do Oeste, empresa de transporte coletivo em Guarapuava, solicitou em novembro do ano passado, o reequilíbrio de seu contrato junto ao município. Além de subsídio, a empresa pede para que a passagem que atualmente é de R$ 3,40, passe a custar R$ 4,00.

O reajuste da tarifa não tem relação nenhuma com a pandemia de Coronavírus, segundo a direção da empresa, que também alega o descumprimento do contrato por parte da prefeitura de Guarapuava. “Em Guarapuava, esta situação já foi comunicada ao executivo municipal desde o início da epidemia, mas até agora não recebeu nenhum tipo de aporte, o que vem favorecendo o colapso cada vez mais iminente do sistema”, destacou a empresa em nota, no início de abril.

Para continuar operando, a empresa sublinha que necessita de um subsídio do município de pouco mais de quatro milhões de reais. O montante, ainda conforme a Pérola do Oeste, seria para cobrir o déficit gerado pela redução de passageiros por causa das restrições impostas pela COVID-19.

Todas as informações, estão em um processo judicial que analisa os pedidos com as demandas da empresa. Sobre ou aumento das tarifas, a Pérola do Oeste alega que houve um desequilíbrio superior a 5% no Índice de Passageiro por Quilômetro (IPK). Esse índice, também de acordo com os executivos, é essencial, pois faz a divisão do custo da operação pelo número de usuários.

Ante o cenário considerado crítico pela direção da empresa, a Pérola do Oeste pontua que prioriza o pagamento de seus funcionários que, inclusive, tiveram a carga horária reduzida, com consequente diminuição de seus salários. As medidas de contenção, no entanto, podem não ser suficientes conforme alertam os executivos e alguns funcionários podem ser demitidos. “Outros da equipe, infelizmente, precisaram ser desligados da empresa, numa tentativa de ajuste, com a demissão de 40 colaboradores. Além disso, a manutenção de outro item básico, que é o fornecimento de combustível, também já está sendo comprometido no cenário que está cada vez mais caótico”, alerta a nota.

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