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Estado ainda não definiu modelo de gestão do Hospital Regional de Guarapuava

Prédio deve ficar pronto em fevereiro, mas não tem data para começar a funcionar. Também não foi definido se a gestão será privatizada.

16/01/2020

Ouça no player. Reportagem Cléber Moletta.

O Hospital Regional do Centro-Oeste, em Guarapuava, está com 91% da obra concluída, segundo a informação mais atualizada da Paraná Edificações. A previsão é que as obras sejam concluídas em fevereiro desse ano, quando se encerra o contrato aditivo com uma empreiteira. Segundo o Governo do Estado, responsável pela obra, ainda não é possível definir uma data de inauguração. O estado também não definiu qual será o modelo de gestão do hospital.

“A gente não definiu o modelo de gestão, temos algumas possibilidades e estamos fazendo análise do melhor custo benefício. Tem uma série de situações que temos que levar em conta, vai ser um hospital regional, tem que atender a necessidade da Unicentro, por conta do curso de medicina e na área da saúde, e outras instituições estão interessadas em usar o hospital como espaço de estágio, tem uma série de situações que temos que colocar na balança para definir o melhor modelo de gestão”, disse Nestor Werner Júnior, diretor-geral da Secretaria de Estado da Saúde.

Segundo ele a administração direta do poder público é mais onerosa e que várias possibilidades estão sendo estudadas. “A gestão pela administração direta ela é mais onerosa, por uma série de obrigações que a gestão adquiriu ao longo dos anos por conta do arcabouço legal do SUS, então uma gestão com parceiro, seja ele uma organização social ou uma PPP, ou nossa própria Fundação, a gente está analisando no governo a situação mais favorável, não batemos o martelo”, disse.

A Secretaria de Saúde já anunciou que o Hospital Regional do Centro-oeste será referência para Urgência e Emergência e terá seu perfil assistencial direcionado para atendimento em ortopedia e trauma, cirurgia geral e clínica médica. São 16 mil metros quadrados que abrigarão - 5 centros cirúrgicos, ambulatório, pronto atendimento e centro de imagens. Serão 150 leitos, dos quais 30 de UTI adulto e 10 de UTI infantil. Os demais leitos atenderão outras especialidades.

Prazo

Atualmente 91% da obra está concluída, segundo o sistema da Paraná Edificações. O contrato com a empreiteira encerra em fevereiro, quando a obra deve estar pronta, na perspectiva do diretor-geral. No entanto, ainda não há prazo para iniciar o funcionamento do hospital. A obra inicialmente foi prometida para 2017.

Custo mensal

A estimativa da Sesa é que o custo mensal quando o Hospital estiver completamente instalado seja de R$ 8,5milhões. No entanto, o funcionamento será gradativo até chegar à capacidade total. “Olhando para o futuro, um custo mensal quando o hospital estiver trabalhando com sua capacidade operacional completa, em tempo integral e com todas as suas possibilidades, a gente estima que, em valores de hoje, poderá chegar a R$ 8,5milhões”, disse o diretor-geral.

Ainda segundo ele não haverá sobre posição de serviços já ofertados por hospitais filantrópicos da regional e os repasses feitos atualmente para outras instituições continuará o mesmo.

Equipamentos

“Uma grande parte dos equipamentos foram adquiridos, já foram feitas as licitações e os processos estão correndo”, explicou Werner Júnior. Alguns itens, no entanto, serão comprados depois que o modelo de gestão for definido, segundo ele.

 

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