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Domingo a Igreja Celebra a 55ª edição do Dia Mundial das Comunicações Sociais

Dom Amilton Manoel da Silva, bispo da diocese de Guarapuava, saúda a todos os comunicadores e pede para que continuem com a missão divina de levar a verdade às pessoas.

13/05/2021

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No próximo domingo, dia 16 de maio, comemora-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais.

A data, uma das mais importantes para a Igreja, foi celebrada pela primeira vez, em 7 de maio de 1967. Neste ano de 2021, a celebração chega à sua 55ª edição.

Todos os anos, no dia 24 de janeiro, por ocasião da festa de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalista, os Papa publica a mensagem para o Dia Mundial das Comunicações que este ano traz o tema: “Vem e verás” (Jo 1, 46) e lema: “Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são”.

Dom Amilton Manoel da Silva, bispo da diocese de Guarapuava, comentou a mensagem deste ano. “Eu me lembro que no ano passado, a provocação do Papa Francisco era para fazer a memória. Não perder a memória. E nesta memória, a atualização é como estamos comunicando a verdade. Fatos do passado, a partir de Cristo, que nos ilumina, para que não deixemos de lado a verdade, acima de tudo”, destacou o bispo.

Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, bispo de Campos (RJ), escreveu um artigo sobre o Dia Mundial das Comunicações. Leia na íntegra abaixo:

Vem e verás!

Na data do 23 de janeiro, memória de São Francisco de Sales, o Papa Francisco apresentou a mensagem para o 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais. Inspirado no lema “Vem e verás” (Jo 1, 46), que narra o chamado dos primeiros discípulos, o texto faz abordagem do tema “Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são”.

Novamente faz referência à cultura do encontro interpessoal, que exige que saiamos de nós mesmos para buscar a verdade conhecendo as pessoas concretas, com seus rostos e dramas singulares. É necessário gastar a sola dos sapatos, indo atrás de narrativas e histórias registradas onde, verdadeiramente, acontecem no cotidiano e no tecido das vidas sofridas, e na labuta dos pobres e oprimidos, especialmente nestes tempos de crise sanitária, onde temos a vida por um fio.

Fazer a experiência de Jesus, que compartilha a existência e missão escutando, vendo e iluminando as situações humanas, levando a encarnação às últimas consequências. Esta perspectiva de caminhar junto às pessoas leva o Papa a agradecer a coragem de jornalistas que souberam denunciar e apresentar violações de direitos, e verificar o lado desconhecido e sombrio da pandemia, na exclusão e privação da vida às populações pobres e marginalizadas.

Comenta as oportunidades e insídias na Web, mostrando a ambiguidade das possibilidades que possuímos para comunicar e aproximar ou igualmente usar esses mesmos canais para manipular e dividir. Mesmo assim, é importante saber que nada substitui o que vemos, o que aprendemos com nossa experiência e compromisso, envolvendo-nos com as pessoas que se tornam partícipes e atores das nossas histórias.

Por isso, citando Santo Agostinho, desperta em nós a esperança e o encorajamento a viver esta comunicação autêntica e intransferível: “nas nossas mãos temos os livros, nos nossos olhos os acontecimentos”, terminando com o pedido para que o Senhor nos conceda a graça de reconhecer as suas moradas no mundo e a honestidade de contar o que vimos! Deus seja louvado!

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