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Athletico é "tri" paranaense

A taça veio de virada nos acréscimos, com gols do lateral-direito Khellven, aos 46 minutos do segundo tempo, e do meia-atacante Nikão, aos 47.

06/08/2020

Com mais uma vitória sobre o Coritiba, desta vez por 2 a 1, o Athletico se tornou tricampeão paranaense nesta quarta-feira, no estádio do rival: o Couto Pereira. A taça veio de virada nos acréscimos, com gols do lateral-direito Khellven, aos 46 minutos do segundo tempo, e do meia-atacante Nikão, aos 47. O primeiro dos dois Atletibas que fecharam o estadual de 2020 também foi decidido no final, com um chute do volante Léo Cittadini aos 45 (1 a 0), domingo (2), na Arena da Baixada.

O jogo desta quarta caminhava para uma disputa por pênaltis porque o Coritiba vencia por 1 a 0, igualando a diferença feita pelo adversário no confronto anterior. O gol coxa-branca foi do zagueiro Sabino, aos 50 minutos do primeiro tempo, de pênalti, depois que o lateral-direito Adriano puxou o atacante Robson pela camisa.

Quando abriu o placar, o time da casa já não contava com seu principal jogador, o meia Rafinha, que sofreu falta do lateral-esquerdo Abner Vinicius e saiu de campo com suspeita de fratura na perna, aos 25. Na segunda etapa, foi o Athletico quem perdeu um destaque, o atacante Guilherme Bissoli, aos 13 minutos, com dores na coxa esquerda. Esta baixa causou uma troca de artilheiros: saiu Bissoli, entrou Pedrinho. 

O jogo teve muitas faltas nas duas etapas, mas as boas finalizações só apareceram no segundo tempo. Aos 19 minutos, a bola chutada por Robson saiu pela linha de fundo, mas próxima da trave direita do goleiro Santos, do Athletico. Aos 22, o arremete do volante Léo Cittadini foi defendido pelo goleiro Alex Muralha. Aos 26, Santos impediu um gol do meia Gabriel, que estava na pequena área. E o grande desperdício aconteceu aos 33 minutos, na grande área: Pedrinho tocou de calcanhar e o volante atleticano Wellington chutou por cima do travessão.

A tensão aumentou no final, dentro e fora do gramado. Por reclamação, foi expulso o técnico Dorival Junior. Quando parecia que a decisão iria para os pênaltis, os disparos de Khellven (que substituiu Adriano, aos 29 do segundo tempo) e Nikão, ambos de fora da área, levaram a bola ao ângulo direito de Alex Muralha e garantiram a taça de tricampeão. No lance final, Alex Muralha falhou na reposição e deixou a bola pronta para o pé esquerdo de Nikão.

 

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