ouça as rádios cultura FM 93 FM
facebook instagram twitter youtube

Paulo Ricardo está proibido de cantar músicas do RPM

Justiça de São Paulo vetou o ex-vocalista da banda de usar ou explorar comercialmente a marca RPM

22/03/2021

Mais uma decisão gelada na vida de Paulo Ricardo. A Justiça de São Paulo proibiu o artista de usar a marca RPM bem como explorar comercialmente as principais músicas da banda.

De acordo com o colunista Rogério Gentile, do site Uol, Paulo Ricardo foi condenado pela juíza Elaine Faria Evaristo, da 20ª Vara Cível de São Paulo, em um processo movido em 2017 pelos demais integrantes do RPM (Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e Paulo Pagni, morto em 2019). Entretanto, cabe recurso.

O motivo principal do processo movido pelos antigos companheiros de banda tem a ver com um contrato assinado em 2007, no qual todos os envolvidos se comprometem a não explorar individualmente o nome RPM. O então baixista e vocalista Paulo Ricardo ficou com a responsabilidade de registrar a marca no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) como propriedade dos quatro.

Contudo, dez anos depois deste acordo, Schiavon, Deluqui e P.A. teriam descoberto que Paulo Ricardo não havia feito o acordo e supostamente teria registrado a marca apenas em seu nome. Em sua defesa, o vocalista alega que a marca “RPM” estava registrada em seu nome desde 2013 e que a banda foi criada sob “sua incontestável liderança” e que os três antigos colegas eram “músicos acompanhantes”.

Já os outros integrantes alegam que “Paulo Ricardo é um artista que não consegue se sustentar com aquilo que produziu individualmente, mas apenas encostado nas criações de Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e Paulo Pagni. Suas músicas-solo não fizeram e não fazem sucesso”, disseram nos autos do processo.

A decisão judicial determina que Paulo Ricardo terá de pagar uma indenização de R$ 112 mil, mais juros e correção, aos antigos colegas. Além disso, o vocalista não poderá executar em shows ou gravar clássicos como “Alvorada Voraz”, “Rádio Pirata”, “Olhar 43” e “Louras Geladas” sem a permissão do tecladista Luiz Schiavon, coautor das canções.

 

Fonte portalpopline

Comentários




acompanhe a central cultura no facebook

Basta clicar no botão Acompanhar logo abaixo.

Fechar