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Produção industrial de alimentos cresce 8,9% no ano no Paraná

O resultado é aumento das exportações no Paraná para a China.

13/12/2019

O Paraná registrou o maior crescimento da produção industrial de alimentos do País neste ano, segundo dados do IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgados nesta semana. Entre janeiro e outubro, a evolução foi de 8,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. É o maior índice desde 2002 nos primeiros dez meses do ano.

A produção nacional de alimentos industrializados no período cresceu 1,6% e em apenas seis dos quinze locais pesquisados pelo IBGE, Paraná, Pará, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e Goiás. A evolução também pode ser medida na comparação de outubro com setembro, que foi de 19,5%, o segundo melhor índice do País e à frente da produção nacional.

No Paraná, as iniciativas do Estado são de estimular o setor privado, em especial as cooperativas, a industrializarem os produtos agropecuários. O planejamento se concentra em infraestrutura e na industrialização da produção agrícola e da pecuária. As cooperativas recebem 60% de tudo o que é produzido nos campos paranaenses.

O Paraná também espera atingir um novo patamar sanitário no mercado internacional nos próximos meses com duas conquistas deste ano. Instruções normativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento reconheceram o Paraná como área livre da peste suína clássica e encerraram a vacinação contra a febre aftosa dos bovinos e bubalinos.

O Estado tem o segundo maior rebanho suíno, com produção de 840 mil toneladas no ano passado, mais de 21% da produção nacional, e é o terceiro em comércio exterior de suínos, com 107 mil toneladas exportadas. Essas medidas se somam ao surto de peste suína africana que devastou cerca de 40% dos suínos chineses, levando à escassez do produto. 

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