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Sesi Cultura Paraná divulga programação de outubro para Guarapuava

Serão três atrações gratuitas.

08/10/2019

O Sesi Cultura Paraná divulgou a programação de outubro para Guarapuava. As apresentações são no teatro Sesi, que fica na rua Coronel Lustosa, 1736 e o ingresso é solidário (contribuição voluntária de 1kg de alimento não perecível). Acompanhe a programação:

TEATRO:

Branca de Neve: a nossa história -  no dia 21 

Inspirado no clássico infantil “A Branca de Neve e os Sete Anões’’, dos irmãos Grimm, o espetáculo foi estruturado em estudos e pesquisas fundamentadas na cultura popular brasileira, tomando como referência o conto de Câmara Cascudo “A Menina que foi Enterrada Viva’’, e estudos da psicologia sobre o complexo de branca de neve.

A história revela o caminho tomado por quatro palhaços que propõem contar o clássico infantil, sendo que três deles discordam do conto original. Sendo assim, eles sugerem mudanças na encenação, utilizando músicas e personagens da cultura popular brasileira. Assumem como protagonistas da história Maria Bonita e Zé Belo, escolhidos pelos palhaços ao invés de Branca de Neve e o Príncipe, assim como outros personagens.

CIRCUITO CULTURAL:

Menestrel Conta a Imigração no Paraná - dia 22

O Circuito Cultural, iniciativa do Sesi Cultura Paraná, promove o  espetáculo “Menestrel Conta a Imigração no Paraná”, da Cia Karagozwk, no Centro Cultural Sesi Pato Branco. Menestrel e Esmeralda são personagens contadores de histórias que descobrem que uma bela carroça é fantástica. Os dois são convidados a entrar pela Nona do Bem, criada com boneco de sombras. Essa técnica de teatro ocorre na tela que está no corpo da carroça. Por encanto da Nona do Bem, Menestrel e Esmeralda caem dentro do livro e passam a viajar na história da Imigração do Paraná.

 

TEATRO:

A Anta de Copacabana - dia 25

O dramaturgo Rafael Camargo expõe em "A Anta de Copacabana" o trágico e bizarro humano. Uma metáfora sobre as prisões, o medo de mudar, trazendo por meio de comentários poéticos o apego que é viver.

O texto do dramaturgo discorre sobre a bela, mágica e, por muitas vezes, triste, passagem que se chama viver. Com uma espécie de divertimento sádico, o espetáculo traz o prazer humano, que acha graça da própria ferida, aprendendo a exorcizar os fantasmas que rondam por toda a vida e por toda a morte, talvez.

 

 

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