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Secretaria de Saúde altera contrato com Santa Tereza para garantir recursos

Mudança no tipo de prestação de serviços foi autorizada pela Sesa e começa a valer em fevereiro. Impacto financeiro, no entanto, só será sentido em maio.

11/01/2019

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Uma mudança no contrato da Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) com o Hospital Santa Tereza deve ajudar a instituição a recuperar o fôlego financeiro. Verbas que estavam destinadas para serviços de alta complexidade passaram para cota de média complexidade, que tem mais demanda. A mudança fará com que o hospital consiga cumprir as metas e passe a receber integralmente os recursos. Segundo a administração devido à baixa demanda não era possível cumprir as metas estipuladas para alta complexidade, por isso os pagamentos não eram no valor integral do contrato.

“Pleiteamos a transferência de uma verba de R$ 150 mil que estava alocada em procedimentos de alta complexidade para média complexidade”, disse à Rádio Cultura Francisco Cogo, administrador do hospital. “O recurso já era previsto mas estava em um serviço que o hospital não presta, agora ele foi alocado onde temos mais volume de serviços e teremos condições de alcançar esses recursos”, completou.

O valor do contrato não foi alterado. A mudança, no entanto, deve gerar mais receita para o hospital porque a tendência é que todas as metas sejam cumpridas e o valor integral do contrato – cerca de R$ 1,2 milhão - sejam repassados integralmente. Os ajustes contratuais, com novas metas, começam a valer em fevereiro. Mas como os pagamentos são feitos em 90 dias o impacto financeiro deve ser sentido em maio.

A prestação de serviços pelo Sistema Único de Saúde (SUS) representam 87% dos atendimentos do Santa Tereza. O repasse é feito pelo estado em forma de contratos e programas – como o HospSus e o Mãe Paranaense. Para receber o valor integralmente o hospital deve realizar um número mínimo de procedimentos e alcançar índices de qualidade.

Em dezembro de 2018, três meses depois de mudanças na administração, o hospital informou que já havia diminuído seu déficit mensal de R$ 480 para R$ 380 mil. A meta dos administradores é alcançar o equilíbrio, zerando o déficit, até junho de 2019.

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