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Bispo de Guarapuava fala como foi o encontro com Papa Francisco

Dom Wagner celebrou missa para bispos da Regional Sul II, em frente ao túmulo do Apóstolo Pedro.

24/02/2020

Na manhã desta segunda-feira (24), em Roma, bispos do Paraná participaram de um encontro com o Papa Francisco. O bispo da diocese de Guarapuava, Dom Antônio Wagner da Silva faz parte da comitiva que realiza a visita ad Limina Apostolorum, uma peregrinação ao túmulo dos Apóstolos realizada por bispos, organizados por regiões.

Dom Wagner celebrou a Santa Missa para os bispos da Regional Sul II, diante do túmulo do Apóstolo Pedro. Em entrevista ao jornalista da rádio Vaticano, o brasileiro Silvonei José Protz, Dom Wagner expressou os sentimentos após a missa especial: "É uma sensação muito bonita, e eu diria até gostosa. Primeiro que,entre nós, que ali estávamos, pelo menos mais que a metade dos bispos, nunca participou de uma visita ad Limina".

Sobre estar diante do túmulo de Pedro, o bispo de Guarapuava disse que "é estar envolta numa carga sentimental e espiritual. É muito tocante a gente chegar ali e no meio de toda aquela Basílica, olhar esse pequeno espaço, que é, por assim dizer, o resumo de tudo. E nos liga, como bispos, à função da igreja evangelização. Nós somos parte de tudo isso que aconteceu ali, que acontece ali, vindo desde Pedro. Então, para nós, foi um momento muito bonito, muito tocante e de forma especial dá uma força pra nossa missão como bispos no Paraná".

Após a missa, em frente ao túmulo de Pedro, os bispos tiveram o momento mais aguardado por eles: o encontro com Papa Francisco. Que, segundo, Dom Wagner, os recebeu adiantado do horário marcado. "Recebeu com sorrisos, como pai e como amigo" - afirmou.

Sobre o encontro, o representante religioso de Guarapuava, falou da admiração que tem pelo Papa Francisco: "Aí que a coisa se tornou completa. Porque nesse dia de hoje, o contato com o túmulo de Pedro e em seguida, nós estarmos diante de Francisco, que é esse papa, vamos dizer assim, pra muita gente controvertido, mas o papa de uma sabedoria, de um amor, e um amor à igreja e a tudo aquilo que significa a Igreja, e é um papa que está sempre olhando pra frente, né, tudo aquilo que ele fez e escreve até hoje, nós temos essa mesma sensação. É preciso caminhar, é preciso ir pra frente, é preciso se abrir. Uma igreja em saída. E a alegria envolvendo não apenas os escritos, mas a própria presença dele" - completou.

(Ouça a entrevista completa, clicando no player).

São dez dias de visita, de 17 a 27 de fevereiro. A comitiva é formada por 22 bispos, de 18 dioceses e duas eparquias ucranianas, representando uma população de onze milhões de habitantes. 

 

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