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Ação mundial "Hepatite Zero", organizada pelo Rotary, acontecerá em Guarapuava

No mês de combate às hepatites o clube organiza ações com a finalidade da erradicação da doença. Em Guarapuava a ação será neste sábado, 27 de julho.

26/07/2019

Este mês é chamado de julho amarelo, uma forma de identifica-lo como o mês de combate a todos os tipos de hepatites. Pensando nisso, o Rotary contribui com o evento “Hepatite Zero” ao redor do mundo, visando identificar possíveis portadores da doença, a fim de conscientizá-los sobre o assunto e impedir sua transmissão

A campanha deste ano acontece de 22 à 28 de julho. Em Guarapuava, neste sábado dia 27, das 9 às 12h, acontecerá uma importante ação com o objetivo de realizar testes para identificar os portadores da doença. As rádios Cultura FM e 93FM irão apoiar a ação.

Em Guarapuava a ação acontecerá no calçadão da XV em frente à praça 9 de dezembro, no centro. O membro do Rotary Clube Guarapuava Lagoa, Clauberto Medeiros de Souza, explicou como acontecerá o 'Hepatite Zero' na cidade “a Associação Brasileira de Portadores de Hepatite nos encaminhou 500 kits [...] e nós vamos estar realizando esta ação para fazer a testagem das pessoas”.

Embora o evento seja para o combate de todos os tipos de hepatites, o maior foco é na Hepatite C, que, por muitas vezes não é detectada, pois não apresenta sintomas e quando aparece vem junto com uma doença grave relacionada ao funcionamento do fígado, como a cirrose ou até um câncer, segundo Clauberto, que alertou sobre o grande número de portadores da doença “a nível mundial, nós temos, segundo a organização mundial de saúde, mais de 500 milhões de pessoas contaminadas, muitas que não sabem que têm esta doença”.

O Hepatite Zero conta também com um site com números precisos sobre as hepatites, segundo os dados dispostos, aproximadamente 3 milhões de brasileiros sofrem com algum tipo de hepatite, sendo que a que mais resulta em mortes é a Hepatite C, que também é responsável por um terço dos transplantes de fígado realizados no país. Ainda que seja uma doença tão nociva, Clauberto deixa claro que ela não é uma sentença de morte “é uma doença silenciosa e a gente têm que ter meios de controle dessa patologia, porque existe tratamento e mais de 95% dos casos a doença é curável”.

 

Ouça a entrevista na íntegra clicando no player

 

 

Pablo Henrique Aqsenen (estagiário) sob a supervisão do jornalista Jorge Teles

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