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Secretaria da Saúde do Paraná divulgou ontem (13) o boletim quinzenal da febre amarela

A Vigilância Ambiental mantém o monitoramento das mortes de macacos com o objetivo de verificar a possibilidade de entrada do vírus nas áreas urbanas.

14/05/2020

A Secretaria da Saúde do Paraná divulgou ontem  o boletim quinzenal da febre amarela e, além dos dados de monitoramento, destaca a importância da vacinação contra a doença. 

O boletim mostra que o vírus da febre amarela mantém circulação nas áreas de matas e zona rural, situação confirmada por mortes de macacos registradas: são 287 ocorrências neste informe, 27 a mais que o anterior. Os animais são picados pelo mosquito transmissor, ficam infectados e morrem. 

O macaco, principal hospedeiro e vítima da febre amarela, funciona como sentinela, indicando o local e regiões onde o vírus está presente. O boletim atual confirma que as 27 novas ocorrências aconteceram nos municípios de Cruz Machado, Mallet, Paula Freitas, Bituruna, União da Vitória, Agudos do Sul, Araucária, Balsa Nova, Porto Vitória, Piên, e São Mateus do Sul. 

São 43 municípios com circulação viral confirmados pelo informe. A cidade de Porto Vitória confirmou circulação a partir deste boletim, com um caso de morte de macaco. Das 22 Regionais de Saúde do Estado, 21 apresentam notificações. 

No total são 880 registros neste período, distribuídos em 87 municípios. O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, destaca que ainda persiste o período sazonal da doença e há presença do vírus circulando no Estado. Por isso, a importância da população se imunizar contra a doença.

A Vigilância Ambiental mantém o monitoramento das mortes de macacos com o objetivo de verificar a possibilidade de entrada do vírus nas áreas urbanas. De janeiro até agora foram aplicadas cerca de 270 mil doses da vacina no Paraná. 

A vacina da febre amarela está disponível em todo o Estado. A faixa etária do público-alvo para receber a dose é formada por pessoas a partir de nove meses a 59 anos 11 meses e 29 dias, que não tenham comprovação de vacinação. A partir de janeiro deste ano o Ministério da Saúde recomenda dose de reforço da vacina aos 4 anos de idade.

 

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