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Pe. Zezinho comemora 78 anos: "sou fruto da oração do povo"

06/06/2019

No próximo dia 8 de junho, aniversário de padre Zezinho e de festa comemorativa aos 100 anos dos Dehonianos em Taubaté/SP, será realizado um grande show no Conventinho. O comunicador católico, ao festejar seus 78 anos de vida também com um memorial dedicado à sua obra, se considera hoje 'fruto de um milagre, fruto da oração do povo'.

' Eu estou cuidando do câncer que não está me atrapalhando mais, o tratamento está indo bem. O diabetes está bem controlado e o AVC não apareceu mais. Estou bem. Eu fui fruto de um milagre, porque rezaram muito por mim e estou vendo que funcionou. Eu sou fruto da oração do povo. Graças a Deus.'

A saúde sob controle de Pe. Zezinho, que no próximo dia 8 de junho comemora 78 anos de idade, é motivo de gratidão e comemoração neste ano de 2019, como o próprio memorial feito em homenagem ao comunicador católico, inaugurado no final do mês de março.

O Pe. Joãozinho conta que o espaço multifuncional de arquivo, de cultivo e visita ao acervo é aberto ao público “e, dando sorte, ainda é possível encontrar o Pe. Zezinho” no local. Em mais de 50 anos de sacerdócio, foram produzidas cerca de 120 obras musicais e de pregação distribuídas pelo mundo inteiro. Só no Brasil, mais de 100 milhões de pessoas conhecem o Pe. Zezinho:

“O Pe. Zezinho foi coroinha do Pe. Pascoal Lacroix e herdou esse espírito de vanguarda. Aquilo que Pe. Lacroix foi na déc. 30 a 50, Pe. Zezinho foi na déc. De 60, 70 e 80 e continua até hoje produzindo muito.”

"Eles me enganaram", brinca Pe. Zezinho, "era pra ser Memorial do Pe. Lacroix, escritor da Congregação e fundador de uma editora: ele evangelizava escrevendo, também recolhia dinheiro pra fazer seminários. É o que eu faço, mas vim depois dele. E queriam fazer isso pra lembrar dos 100 anos da casa de Taubaté, de 1924. Mas realmente é um trabalho que tentaram coletar tudo que escrevi e fiz, e é muita coisa. A sala não é suficiente, são mais de 300 obras de um jeito ou de outro. Mas não dá pra ficar vaidoso, porque eu paguei meu preço por tudo isso”.

O Pe. Zezinho conta que foi de igreja em igreja em São Paulo, por exemplo, além de percorrer o Brasil e o mundo com a sua obra, naquela que, segundo ele, “já era uma Igreja em saída”. Uma história missionária que começou cedo na Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus em Taubaté/SP:

“Eu estou lá desde os meus 7 anos como coroinha: estou há 71 anos naquela casa; e a casa tem 100 anos. Então, o Pe. Joãozinho achou que devia juntar os meus 78 anos de idade, os 71 de coroinha nos Dehonianos e os 100 anos.”

(Fonte: Vatican News)

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