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PM demorou para atender denúncias quando jovem foi morta pelo marido

Vizinhos ligaram várias vezes para a polícia relatando que a vítima estava correndo risco de vida; a viatura chegou cerca de 3 horas depois, quando Daniela já estava morta

15/03/2019

Gravações telefônicas divulgadas ontem (14) mostram que o assassinato de Daniela Eduarda Alves, 23 anos, em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, poderia ter sido evitado caso a Polícia Militar (PM) tivesse atendido a ocorrência com agilidade.

Ela foi morta a facadas pelo marido Emerson Bezerra da Silva, 34 anos, na madrugada de 14 de janeiro.

De acordo com matéria do portal RICmais, oito ligações foram feitas ao Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) para que a polícia fosse até o local. Alguns deles entraram em contato mais de uma vez e ressaltaram que a mulher estava sendo espancada na frente de uma criança. Mas o socorro só chegaria cerca de três horas depois, quando Daniela já estava morta.

De acordo com as investigações, a briga entre o casal iniciou por volta das 23h de 13 de janeiro e a viatura só chegou às 2h20 da madrugada do dia 14.

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) anexou todas as ligações ao processo sobre o assassinato de Daniela.

 

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