ouça as rádios cultura FM 93 FM
facebook instagram twitter youtube

Proibição do fraturamento hidráulico na exploração do gás de xisto passa pela CCJ

Método "fracking" é questionado porque oferece riscos ambientais.

13/03/2019

Mais um passo para proibição da extração de gás com o método “fracking” foi dado no Paraná. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou em sessão realizada ontem (12) emenda substitutiva geral ao projeto de lei nº 65/2019, de autoria do deputado Evandro Araújo (PSC), proibindo a exploração do gás de xisto no estado do Paraná pelo método de fratura hidráulica ou “fracking”. A proposta tem alcance mais amplo porque torna a proibição permanente, revogando a Lei Estadual nº 18.947/2016, que proibia a utilização do método por um período de 10 anos.

O “fracking” é a tecnologia usada para a extração do gás de xisto mediante poços cavados na rocha nos quais são injetados, sob alta pressão, de 7 a 15 milhões de litros de água, além de produtos químicos altamente tóxicos e poluentes, que provoca a contaminação da água, solo e ar, colocando em risco a biodiversidade e impedindo a produção e o desenvolvimento agrícola. A lei estadual atualmente vigente já foi pioneira no país à época de sua criação.

Em 2013 a Agência Nacional do Petróleo (ANP) chegou a leiloar áreas para extração de gás natural utilizando essa técnica no Paraná. No entanto, o método 'fracking' nunca chegou a ser realizado no estado. Uma das áreas que chegou a ser leiloada fica em Pitanga.

Comentários




acompanhe a central cultura no facebook

Basta clicar no botão Acompanhar logo abaixo.

Fechar