ouça as rádios cultura FM 93 FM
facebook instagram twitter youtube

Operação Rádio Patrulha, que prendeu Richa, apura direcionamento de licitação

15 mandados de prisão e 26 de busca e apreensão estão sendo realizados.

11/09/2018

A operação Rádio Patrulha, que prendeu o ex-governador Beto Richa na manhã de hoje (11), apura direcionamento de licitação para beneficiar empresários e o pagamento de propina a agentes públicos, além de lavagem de dinheiro no programa do governo estadual do Paraná Patrulha do Campo, no período de 2012 a 2014. 

O Gaeco de Curitiba está cumprindo 15 mandados de prisão e 26 de busca e apreensão nas cidades de Curitiba, Londrina, Santo Antônio do Sudoeste e Nova Prata do Iguaçu. Entre os mandados de prisão temporária cumpridos estão do ex-governador do Paraná, Beto Richa, de ex-secretários de governo Fernanda Richa, Pepe Richa, Deonilson Roldo e Ezequias Moreira, além de empresários. 

As buscas são dirigidas a 16 residências, quatro escritórios, um escritório político, quatro empresas e à sede do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná. As medidas, determinadas pelo Juízo da 13ª Vara Criminal de Curitiba, visam investigar o programa Patrulha do Campo, do Governo do Estado do Paraná, no período 2012 a 2014, apurando-se indícios de direcionamento de licitação para beneficiar empresários e pagamento de propina a agentes públicos, além de lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça.

 

Comentários




acompanhe a central cultura no facebook

Basta clicar no botão Acompanhar logo abaixo.

Fechar