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Obras das escolas Leni Marlene Jacob e Pedro Carli serão retomadas

Núcleo de Educação anunciou que cerca de R$ 7 milhões serão investidos para conclusão das obras. Construções reiniciam na próxima segunda-feira (12).

07/03/2018

As obras de construção das escolas Leni Marlene Jacob, no bairro Primavera, e Pedro Carli, na Vila Bela, serão retomadas na próxima segunda-feira (12). Para retomada e conclusão das construções o valor investido será de R$ 7 milhões. Além disso, o Governo do Estado vai reformar os prédios onde as escolas funcionam atualmente, somando mais R$ 500 mil reais. O anúncio foi feito na manhã de hoje (7).

“Os alunos não precisarão ir para o centro da cidade, vão estudar nos seus bairros em uma escola de primeira qualidade, em uma estrutura moderna”, ressaltou chefe do Núcleo Regional de Educação de Guarapuava, Marlon Douglas Pires.

Nos dois casos as obra iniciaram e foram paralisadas por suspeitas de fraude. O contrato antigo foi rompido e uma nova empresa vai assumir as construções. Não há relação das investigações da Operação Quadro Negro com as escolas de Guarapuava, segundo o chefe do núcleo de educação.

Com cerca de 780 alunos, a escola Leni Marlene Jacob, no Primavera, funciona no mesmo espaço da Escola Municipal Abílio Fabriciano de Oliveira. Cerca de 30% das obras estão concluídas e a expectativa é que a conclusão ocorra em até 12 meses. O novo prédio terá 12 salas de aula. O custo final é estimado em R$ 5,5 milhões.

O Pedro Carli, com cerca de 750 alunos, funciona no mesmo espaço da escola municipal Capitão Wagner, o Caic da Vila Bela. As obras também estão cerca de 30% concluídas e o prazo de conclusão é de 12 meses. Nessa escola serão 20 salas de aula e o custo estimado é de R$ 5,5 milhões.

“Na nova escola a concentração de alunos não vai ocorrer, pois teremos 20 salas, vamos poder realizar atividades pedagógicas diferenciadas e iniciar um novo projeto pedagógico da escola “, disse Elton Lange, diretor do Pedro Carli.

Custo a mais

Segundo o chefe do Núcleo Regional de Educação de Guarapuava, Marlon Douglas Pires, a paralisação aumentou o custo das obras em torno de 20%. “A diferença não passa de 20% em relação a outra obra”, afirmou.

O acréscimo de valor se deve a inflação e a depredação das construções.

Reformas

Também foi anunciado dinheiro para reforma dos prédios onde as escolas funcionam atualmente. Serão R$ 250 mil reais para cada uma delas. “Os diretores, professores, definiram quais eram as prioridades e com base nisso serão executados esses serviços”, destacou Artagão Júnior, Secretário de Estado de Justiça, Trabalho e Direitos Humanos.

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