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Tremores de terra assustam moradores de cidades da região serrana do Paraná

A Defesa Civil do Paraná confirmou que até às 7h30 ainda não havia chamado para apoio do Corpo de Bombeiros ou da Polícia Militar em nenhuma das duas bases, mas disse que está monitorando constantemente a situação nestas regiões.

18/09/2017

Duas cidades do Paraná tremeram na madrugada desta segunda-feira (18), de acordo com o Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo. A instituição registrou um terremoto em Rio Branco do Sul, a cerca de 50 km da capital, que atingiu a força de 4,5 graus na escala Richter - que vai de zero a 10. A situação foi às 0h16. Além de Rio Branco do Sul, tremores também foram registrados em São Jerônimo da Serra, no Norte Pioneiro. O tremor de terra nesta cidade- dois minutos depois do que atingiu a região metropolitana de Curitiba - foi ainda mais intenso e chegou a marcar 5,1 de magnitude.

Pouco antes das 8 horas, o Centro de Sismologia não detalhava mais os terremotos em Rio Branco do Sul e São Jerônimo,mas apenas em Itaperuçu - também na região metropolitano de Curitiba. De acordo com o relatório atualizado, os tremores foram às 00h16 e atingiram magnitude de 3,6 na escala.

O Corpo de Bombeiros da região de Curitiba informou que recebeu três ligações de moradores da cidade para pedir informações sobre a situação, mas em nenhuma das ligações houve pedido de atendimento por estragos ou ferimentos.

Em São Jerônimo da Serra a Polícia Militar local afirma que não houve nenhum chamado de ocorrências ligadas ao terremoto. Inclusive, segundo o policial plantonista, ninguém sentiu o tremor. “Estou de plantão desde as 21h e não senti absolutamente nada. Não recebemos sequer ligações de moradores relatando o ocorrido. Só a imprensa que tá ligando”, disse o policial militar Diego Nogueira.

A Defesa Civil do Paraná confirmou que até às 7h30 ainda não havia chamado para apoio do Corpo de Bombeiros ou da Polícia Militar em nenhuma das duas bases, mas disse que está monitorando constantemente a situação nestas regiões.

 

Gazeta do Povo

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