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Ponta Grossa: Concurso vai premiar ações ambientais criativas

Diocese apoia iniciativa ligada a Campanha da Fraternidade 2017.

22/03/2017

 

 

 

A Igreja Católica no Brasil por intermédio da Campanha da Fraternidade deste ano aborda o tema ‘Biomas Brasileiros e Defesa da Vida’ e é dentro dessa perspectiva que a Diocese de Ponta Grossa como integrante da Comissão Organizadora da Semana Municipal do Meio Ambiente, trabalha na divulgação do Concurso Desafio da Conservação dos Recursos Hídricos. Programado para acontecer entre hoje (22) e 24 de novembro o concurso selecionará a ação mais criativa e cooperativa em prol da revitalização e conservação das bacias hidrográficas urbanas na Bacia do Rio Tibagi.

O concurso será lançado nesta quarta-feira (22), Dia Mundial da Água, às 19 horas, no Espaço Cultural Sant’Ana, onde acontece, igualmente, um bate-papo sobre Crise Hídrica, com o engenheiro da Sanepar, Luciano Rodrigues Penido. A produção dos vídeos faz parte das ações de mobilização para conservação ambiental das bacias hidrográficas urbanas e tem o propósito de estimular a reflexão sobre o papel que desempenham como promotores de um ambiente saudável e sustentável para todos os seres vivos. Os trabalhos serão avaliados em meados de outubro. O resultado será divulgado em 24 de novembro, no Dia do Rio. Serão premiados os três melhores vídeos. Os prêmios ainda serão definidos.

O coordenador diocesano da Campanha da Fraternidade, Antônio Portela, lembra que um dos intuitos da Campanha da Fraternidade é motivar, apoiar e participar de todas as ações voltadas à defesa dos biomas e da vida. “Com o concurso, desenvolvido em parceria com a prefeitura e a Sanepar queremos lembrar, enquanto Igreja, que cultivar e guardar a criação é o nosso maior desafio”, destaca. A geógrafa e educadora ambiental da Secretaria de Meio Ambiente, Andréia de Oliveira, ressalta que o desafio da conservação dos recursos hídricos proposto pela comissão organizadora da Semana vem com o intuito de mobilizar a comunidade a produzir vídeos mostrando como está a situação dos arroios urbanos e o que é possível fazer para melhorar. “Pensando na proteção dos biomas precisamos, no contexto geral, melhorar as condições dos rios e, consequentemente, a qualidade de vida da população”, enfatiza a educadora ambiental.

 

Assessoria

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